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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Andebol 1 – Antevisão ABC-Sporting – Carlos Matos: “Lutar até não podermos mais… com alma e coração”

 

Antevisão ao jogo da 1ª jornada da Fase Final, ABC de Braga – Sporting CP,  Sábado, às 17h00, com central e capitão de equipa Carlos Matos

ABCvsSportingCNAjornada1Sábado arranca a Fase Final e o tiro de partida é dado no pavilhão Flávio Sá Leite. Para abrir, um clássico do andebol. Às 17h00, tempo para a 1ª jornada, a primeira de dez finais. O ABC parte da “pole position”, mas o traçado é sinuoso. Até à meta, muito há a acelerar, mas para evitar despistes e derrapagens, o ABC quer entrar a ganhar.

ABC de Braga – Sporting CP é um dos maiores clássicos do andebol nacional e para o capitão Carlos Matos, o ABC vai entrar em grande: “Estamos preparadíssimos. A equipa está muito motivada, está a treinar muito bem. Alguma ansiedade e nervosismo, que é normal e positiva, mas preparados”.

carlos matos abc O experiente central academista admite alguma surpresa na actual classificação do ABC: “Superamos as expectativas de muita gente… e até as nossas. Mas, tudo o que fizemos para trás serve para nos dar mais força e motivação para, jogo a jogo, continuarmos a discutir as nossas possibilidades e continuarmos a sonhar”.

A liderança no campeonato à entrada para a Fase Final revela tudo de bom que foi feito e acresce alguma responsabilidade para o que há-de vir. É que, daqui para a frente, o ABC vai ter que lidar com a pressão de estar na frente. “Temos que dar continuidade. Vamos lutar até não podermos mais, com muita alma e muito coração, além da qualidade que temos, para conquistarmos as vitórias necessárias à conquista do título. É um sonho que nós temos…”, reconhece o capitão academista.

O sonho de Carlos Matos alargou-se e cresceu. Agora, não é apenas um sonho: “Sabemos que é possível, mas também sabemos que para sermos campeões vamos ter que jogar sempre no limite”.

A jogar em casa, o ABC quer retirar favoritismo, apesar do aumento da pressão sobre a equipa. “A mim agrada-me começarmos em casa, mas sabemos que qualquer deslize pode comprometer os nossos objectivos”, admite Carlos Matos. Uma pressão extra com que o camisola 20 não se identifica: “Os bons jogadores e as boas equipas vêem-se nos momentos de pressão. Tenho a certeza que vamos dar uma resposta capaz”.

Quem também vai entrar em campo algo pressionado é o Sporting. A cinco pontos da liderança, um dos candidatos maiores ao título desespera por resultados positivos. “É uma equipa que sabe que se perder aqui, praticamente, fica fora da luta pelo título. E isso irá motivá-los. Eu tenho dito, em tom de brincadeira, que o Sporting pode não ganhar o campeonato, mas pode tirar o campeonato a alguém”, antecipa Carlos Matos.

Na Fase Regular, duas vitórias concludentes para o ABC, mas nada que incite à facilidade. “O Sporting tem um grupo muito bom de jogadores, há ali muita qualidade individual, e nós estamos à espera do melhor Sporting da época e só o melhor ABC poderá vencer o melhor Sporting”.
Numa Fase Final, a pressão cai para os dois lados, mas no pavilhão Flávio Sá Leite, o apoio só cai para um. E é o próprio Carlos Matos a passar a bola à massa adepta academista: “ Eu quando falo de jogarmos no limite, esse limite inclui o público. Todos nós rendemos mais quando os adeptos estão do nosso lado. Eles empurram-nos para a frente, ajudam-nos a marcar golos e a evitá-los. O nosso público é tão fundamental como qualquer um de nós fazer uma boa exibição”.

O apoio das bancadas é inestimável e esta época, o público tem respondido à chamada. No entanto, Carlos Matos acredita que pode ser ainda melhor: “Os nossos adeptos têm estado bem mas ainda não veio a equipa toda. Tivemos algumas baixas, se calhar por lesão, mas não veio a equipa toda (risos). E nós precisamos da equipa toda”.

Faça parte desta equipa!!! Sábado… às 17h00…

Força ABC!!! O ABC está nas nossas mãos!!!

anabela-abc

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Andebol Torneios - 10ªEdição VougAndebol 2011 – Inscrições Abertas a masculinos e femininos

O Centro de Formação de Valongo do Vouga irá organizar de 14 a 17 de Abril a 10ª edição do seu Torneio de Andebol, o "Vougandebol 2011". O torneio será aberto a todas as equipas federadas e do desporto escolar que se pretendam inscrever e destina-se aos escalões masculinos (de minis a juvenis) e femininos (de minis a seniores).

Este ano temos a promessa do melhor Vougandebol de sempre, com algumas equipas masculinas e femininas, vindas de Espanha, a anunciarem a sua participação, e estamos a realizar todos os esforços para que seja mais um grande Torneio, cheio de emoção, alegria, amizade e competitividade. 

Comparece, faz a tua inscrição!!!X Torneio Vougandebol

Mais informações em:
http://www.ocolectivo.blogspot.com
madpires@sapo.pt

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Andebol – OE2011 coloca Desporto escolar em risco

Devido á crise económica instalada em Portugal, o Orçamento do Estado para a Educação vai sofrer um corte este ano de 11,2 % em relação a 2010 - são menos 803,2 milhões de euros. O maior impacto da redução financeira vai ser sentido pelas escolas no próximo ano lectivo.

O Desporto Escolar (DE), que envolve 160 mil alunos, pode ter os dias contados se o Governo concretizar o projecto de despacho sobre organização do trabalho para o próximo ano lectivo. Menos verbas para funcionamento, menos professores (a Fenprof estima mais de 30 mil) e menos horas para actividades de enriquecimento curricular. Se a proposta de despacho de organização do ano lectivo for aprovada sem alterações, as escolas serão obrigadas a mudar a sua estrutura: desporto escolar, clubes e apoios podem estar em risco, o que significa que os alunos ficam com horários reduzidos e podem passar a sair mais cedo, se todos os cortes se confirmarem.

"Os alunos não são os culpados e não podem ser as vítimas. Se for para a frente acaba o Desporto Escolar", afirmou Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas. Os professores de Educação Física asseguravam o DE porque as escolas reduziam nos seus horários uma média de quatro tempos lectivos semanais para esse efeito.

Com o projecto de despacho, o DE passa para a componente não-lectiva. "Cada docente tem duas a três horas não-lectivas por semana para aulas de substituição, apoios, tutorias, salas de estudo, etc. As escolas vão ter de gastar as horas não-lectivas no que é mais pedagógico e o Desporto ficará para trás", disse o dirigente.

O Conselho de Escolas aprovou, por unanimidade, um parecer que considera "comprometidos o apoio educativo, a escola a tempo inteiro, as aulas de substituição, o desporto escolar, o desenvolvimento de projectos educativos, o cumprimento das metas de aprendizagem, e os objectivos a atingir até 2015" se o Governo não mudar o diploma.

O Ministério da Educação quando confrontado com as preocupações dos docentes e fonte do gabinete de Isabel Alçada sublinhou que a proposta "ainda não está fechada"; que o desporto escolar "será alvo de despacho específico" e que o "sistema educativo gera milhões de horas não lectivas", pelo que o Governo decidiu redistribuir o crédito concedido às escolas, "de forma mais equitativa".

Fonte: Correio da Manhã + Jornal Noticias

domingo, 9 de janeiro de 2011

Andebol Artigos Técnicos - Aprender o Retorno Defensivo na Iniciação ao andebol

Texto de Lucas Leonardo – Bacharel em Treinamento Desportivo e Licenciado em Educação Física

Também disponível em http://pedagogiadohandebol.wordpress.com/

Caros colegas, venho por meio deste artigo, descrever algumas etapas possíveis de serem construídas para a aplicação do conceito de retorno defensivo dentro de um modelo de jogo (ou seja, como uma cultura de equipe, que não depende de acertos tácticos ou estratégicos, mas que está incorporada dentro das construções colectivas da equipa). Ressalto a questão do modelo de jogo e da aprendizagem como algo cultural dentro da equipe, pois dentro do que venho lendo e estudando sobre a aplicação da inteligência táctica dentro do ambiente de jogo, falar como a equipe deve fazer o retorno defensivo não basta, se esses conceitos não forem sistematizados dentro de um processo de ensino aprendizagem.

A fala na prelecção: “quando perdermos a bola você marca essa, você abafa o goleiro e você volta para a defesa”, por exemplo, não basta para uma boa aplicação prática. Logo, construir um modelo de jogo é necessário para que algumas referências de jogo estejam intrínsecas ao jogar colectivo. Dessa forma, esse artigo será bastante ilustrativo, buscando descrever pedagogicamente uma sequência de jogos muito úteis para a construção do “jogar colectivo” dentro de um modelo de jogo da equipa, tendo como ênfase o retorno defensivo.

Conceituando Retorno Defensivo: Retornar defensivamente é antes de tudo uma atitude individual, que ocorre em fracções de segundo que antecedem o momento da perda da posse da bola, caracterizado, portanto, como uma atitude antecipatória que pode ter por características a execução de quaisquer um das três referências operacionais descrita por Bayer (1994): (i) recuperar a posse da bola; (ii) impedir a progressão adversária; e/ou (iii) proteger o próprio alvo.

Destaco que seja uma atitude individual pelo fato de depender, primeiramente, da capacidade do aluno/atleta em compreender a importância de envolver-se nesse momento de transição defensiva.  Apenas após a encarnação individual desse conceito é que se podem estabelecer atitudes grupais e colectivas para desenvolver estratégias agregadas ao modelo de jogo da equipe no tocante à transição defensiva.

A Aprendizagem do Retorno Defensivo na Iniciação Desportiva

Particularmente, considero que  nas idades iniciais deve-se estimular, sem restrições, a busca pela recuperação imediata pela recuperação da posse da bola, desmistificando tradicional ideia da composição da barreirinha (estereótipo da defesa 6×0, plenamente usada nas idades iniciais como mera cópia dos modelos adultos), valorizando aquilo o que as crianças nas idades iniciais (entre 7 e 12 anos) têm de bom: querer ter a bola a todo o momento.  Logo, abaixo seguem alguns modelos de jogos que podem ser utilizados nas idades iniciais para que os alunos já tenham amadurecimento básico para entender o que fazer quando perdem a posse da bola (seja pela recuperação da bola por parte da equipe adversária, seja pela tentativa de uma finalização):

Jogo 1: 3×3  – Passa 10 com estímulo à recuperação da bola (7 e 8 anos):

Regras:  Joga-se um passa 10 tradicional num espaço de 6m x 6m (fundo da quadra de vôlei). A equipe que realizar 10 passes primeiro ganha 5 pontos. Visando trabalhar o conceito de transição defensiva (ainda sem o carácter de retorno), a equipe que perder a posse da bola que conseguir recuperá-la completamente nos 3 primeiros passes da outra equipe ganha 1 ponto.

Análise Pedagógica:  Ao adicionar a regra voltada à recuperação da posse da bola nos 3 primeiros passes estimula-se a luta pela posse da bola imediatamente após sua perda, aspecto este que pode ser adoptado futuramente como modelo de jogo desses alunos.

Jogo 2: 5×5 – Passa 10 nas Zonas (8 e 9 anos): Regras:  Em um espaço de aproximadamente 20m x 10m (1/4 da quadra de handebol oficial, mas que pode ser adaptada em quadras menores para espaços de 18×9, 17×8 e etc..) monta-se 4 espaços quadrados (zonas) um em cada canto da mini-quadra e divide-se a quadra ao meio, criando duas metades.

O jogo acontece apenas em uma dessas metades da quadra, sendo que a equipe que tem a posse da bola deve procurar passar a bola para alguém que entre dentro de uma dessas zonas, sendo que cada passe ali recebido valerá 2 pontos para a equipe.

Após realizar o ponto numa meia quadra, a equipe que fez o ponto continua com a posse da bola e só poderá fazer ponto em uma das duas zonas da outra metade da quadra, tendo que ter todos os jogadores de sua equipe na outra metade realizando a transição ofensiva de todos os jogadores para a outra metade da quadra.

Se a equipe que fez o ponto conseguir transitar com até 4 passes para alguma das duas zonas da outra metade da quadra ela ganha além dos 2 pontos, mais 1 de bonificação.

Se a equipe que está sem a bola conseguir recuperar a bola na mesma meia quadra em que a outra equipe fez o ponto, ela ganha 1 ponto e se a equipe conseguir voltar com todos os seus jogadores para a outra metade da quadra antes que a equipe adversária faça um ponto com pelo menos 4 passes, ela retira o ponto de bonificação.

Análise Pedagógica:  Este jogo possui regrinhas que irão estimular inicialmente a busca pela recuperação imediata da posse da bola, mas já criará nos alunos constrangimentos que os estimularão a ter o timing relativo à compreensão do momento em que deverão deixar de tentar recuperar a bola e terão que retornar para sua quadra, a fim de dar menos pontos para a equipe adversária.

Jogo 3: 4×4 – Touchdown com Pressão e Retorno Defensivo (9 a 12 anos) Regras:  O jogo será realizado em um espaço de aproximadamente 20m x 10m, e se assemelha muito com o jogo anterior, porém agora ao invés de duas zonas nos cantos da quadra, será determinada uma área de touchdown (na qual a defesa não pode entrar), demarcada por uma linha que se estenderá de uma lateral à outra da quadra. A equipe que conseguir entrar com a bola dentro da área de touchdown ganha 2 ponto. Porém, se a equipe que sofreu o ponto conseguir  entrar na área adversária antes que pelo menos 3 jogadores adversários voltem para sua metade da quadra a equipe ganha 2 ponto pelo touchdown e mais 1 ponto de bonificação. Porém, se a equipe que fez o touchdown conseguir recuperar a bola no campo de ataque, logo após a marcação do ponto, a equipe ganha também 1 ponto. Ganha quem fizer 15 pontos primeiro.

Análise Pedagógica:  Trata-se de um jogo que valoriza novamente a recuperação imediata da posse da bola, porém, trabalha a atitude de retornar que será importante para a construção de modelos de jogo de transição defensiva futuramente. Porém, a regra trás um conflito peculiar – dos 4 jogadores, pelos menos 3 têm que retornar para evitar que a equipe adversária ganhe 1 ponto de bonificação e ao mesmo tempo, recuperar a bola ainda no seu campo de ataque vale 1 ponto, conflito este que deverá ser mediado pelo professor para que uma solução possa ser encontrada.

Toques Didácticos:  Devido a esse conflito, considero importante que para esse jogo venhamos a discutir alguns toques didácticos. O professor deve deixar que os alunos explorem bastante o jogo visando orientá-los para a construção de um modelo de retorno defensivo em que um dos jogadores fique no campo de ataque tentando recuperar a posse da bola enquanto outros três tentem retornar rapidamente para se campo de defesa.

Uma solução possível é criar regrinhas, junto com os alunos, que facilitem a definição das funções deles seria orientá-los, reunindo os alunos e perguntando: “Sabendo que apenas 3 jogadores precisam retornar para evitar que a equipe adversária ganhe o ponto de bonificação, um jogador irá sobrar. Na opinião de vocês quem deverá sobrar?”, as respostas podem ser as mais variadas, tendo como característica principal a ideia de que eles elejam algum aluno em específico para que não retorne. Você pode deixá-los explorar essa possibilidade e então reuni-los novamente: “Essa solução foi boa? Pensando que estamos numa aula, não seria legal que todos fizessem as duas funções, ora retornar, ora ficar no campo de ataque?” mediante essa questão, os alunos tenderão a numerar a ordem de quem fica e quem volta em cada ataque. Você como professor deve deixá-los explorar essa possibilidade para então voltar a reuni-los: “Pensando na distância que deve ser percorrida, quem é o jogador que fica mais longe do campo de defesa quando sua equipe marca um ponto?” a resposta de seus alunos será indicar o aluno que realizou o touchdown. Mediante esse apontamento, você pode ainda perguntar: “Se ele está longe, vocês acham certo ele ter que voltar para a defesa? Ele não irá ter que correr mais do que os outros? Isso não poderá atrasá-lo?” a partir desse apontamento, os alunos tenderão a definir que o aluno que sobrará será aquele que fizer o ponto.  Ainda sobre essa actividade um toque didáctico importante é criar uma série de questionamentos que apontem aos alunos a importância de que o jogador que sobra seja o jogador que tente recuperar a bola no campo de ataque, para que a equipe ganhe 1 ponto a mais.

Considerações Finais: Por se tratar de idades iniciais, a atitude individual deve ser o foco das actividades. Fazê-los compreender que após perder a bola cada jogador deve ter uma atitude voltada a algum das três referências do jogo apontadas por Bayer (1994): (i) recuperar a posse da bola; (ii) impedir a progressão adversária; e/ou (iii) proteger o próprio alvo; será um grande avanço no sentido da formação de jogadores inteligentes para jogar.

Considero importante, porém, voltar a frisar que em todas as actividades, nessa idade, o mais importante será estimulá-los sempre a ter, de alguma forma, estratégias individuais ou mesmo de grupo (para as idades entre 9 e 12 anos) sejam internalizadas pelos alunos para que futuramente eles não percam o valor dado a eles nessas idades de quererem ter a bola para si e para sua equipa, evitando que atitudes defensivas muito passivas sejam apresentadas futuramente.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Andebol Universitário – Universidade do Minho (Masc) e Politécnico de Leiria (Fem) vencem I Torneio de Apuramento.

Durante os dias 29 e 30 de Novembro 2010, a cidade de Aveiro foi o palco escolhido pela FADU, para a realização do I Torneio de Apuramento (TA) de Andebol Feminino e Masculino.

A equipa de andebol masculino da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), bi-campeã nacional universitária (e europeia) no masculino, venceu o I Torneio de Apuramento disputado em Aveiro, ganhando na final à Universidade de Aveiro por 17-12. Para já, vai sendo cumprido um dos objectivos para esta época: manter a invencibilidade da temporada passada.

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Minhotos cumprem objectivo de manter a invencibilidade com distinção. Foto: UMdicas

A formação de Gabriel Oliveira teve uma caminhada tranquila até à final, somando sucessivas goleadas: na fase de grupos, venceu a Universidadede Trás-os-Montes e Alto Douro por 25-13 e o Instituto Politécnico de Viseu por expressivos 24-9. Na meia-final, a AAUM derrotou os algarvios da Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg) por 20-9.

Já no feminino, as coisas não correram tão bem à academia minhota. Com uma vitória por 9-7 frente à Associação de Estudantes do Instituto Superior da Maia (AESMAI) e uma derrota contra a favorita Universidade do Porto por 14-5, as mulheres da AAUM ficaram-se pela fase de grupos.

Refira-se ainda que a competição feminina foi conquistada, com surpresa, pelo Instituto Politécnico de Leiria, que venceu na final a Universidade do Porto, vencedora dos últimos quatro títulos nacionais, por 19-18.

O II Torneio de Apuramento de andebol terá lugar em solo minhoto, nos dias 17 e 18 de Março.

01/12/2010  Artigo de João Monteiro Jornal Universitário do Minho “ComUM”

sábado, 27 de março de 2010

Andebol - Mundial Escolar – Esc.Ant.Gedeão em 13ºlugar e Esc.Adolfo Portela em 8ºlugar

imageDe 19 a 27 Março, realizou-se em Portugal o Mundial de Andebol escolar, nas cidades minhotas de Braga, Guimarães e Fafe.

Participaram, 48 Equipas ( 24 Masculinas e 24 Femininas ) em representação de 26 Países, com a representação Portuguesa  entregue á Escola António Gedeão (Almada) em Masculinos que conquistou um 13º lugar, enquanto que na vertente Feminina a honra coube á Escola Adolfo Portela (Águeda) que ficou num 8º lugar.

Á que saudar o blog “Banhadas andebol”  que foi quem deu mais enfâse a este evento, com especial evidência aos resultados das representações Portuguesas, e sem querer tirar o mérito ao mesmo, coloco as referidas noticias nele contidas : Parte I ; Parte II e Parte III .

 Classificações Finais:

           Masculinos

         Femininos

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A prova foi um amplo sucesso organizativo e desportivo, e quem quiser consultar classificações gerais, resultados e alguns videos de jogos pode sempre consultar, o excelente site organizado para o efeito, onde teve um bom e meritório comportamento ao longo de toda a prova, com excelente informação a tempo e horas.

Parabéns a todos os que estiveram ligados a este evento.

Veja o vídeo da cerimónia de entrega dos prémios:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Andebol Escolar – Pombal recebe Fase de apuramento para Mundial de Andebol do ISF

image A equipa feminina de andebol da Escola Secundária Adolfo Portela e a equipa masculina da Escola Secundária de Estarreja irão disputar, no dia 16 de Dezembro em Pombal, a fase nacional de apuramento para o Campeonato do Mundo de Desporto Escolar, no pavilhão municipal de Pombal.

O Mundial vai decorrer entre 19 e 27 de Março de 2010, em Braga, Guimarães e Fafe, e é da responsabilidade da International School Sport Federation (ISF – Federação Internacional do Desporto Escolar).

As equipas das várias Direcções Regionais de Educação vão discutir entre si o apuramento de uma representante. A competição nacional de apuramento realiza-se em fases regionais sendo a ES Adolfo Portela, ES Fornos de Algodres (ambos em femininos) e a Secundária de Estarreja (masculinos) as representantes da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC).

As restantes escolas participantes são:  ES Alpendorada (femininos) e ES Carlos Amarante (masculinos) provenientes das Direcções Regionais de Educação do Norte (DREN), ES António Gedeão (masculinos), ES Aquilino Ribeiro e Ext. D. Fuas Roupinho (femininos) provenientes da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo (DRLVT)